
Começe a segunda feira fazendo uma limpeza!
Varra de seu coração:
a tristeza, a angústia, a aflição,
Varra de sua vida:
a inveja, a maledicência, a fofoca
Varra do seu corpo:
a preguiça, o tédio, os maus pensamentos
Varra de seu caminho:
o mau olhado, o mau agouro, o mau pressentimento
Deixe fluir a alegria de sua alma
Trabalhe seu corpo para o bem
Agradeça por seu trabalho
e acima de tudo
começe sua semana com
FELICIDADE no coração
Pois novos horizontes se aproximam
novas alegrias irão chegar
e seu coração
estará pronto pare receber tudo isso.

Não se sabe a exata origem das Bruxas, constam relatos de que elas existam desde os primórdios da humanidade. Há duas teorias para a existência de tais seres:
As práticas de bruxaria envolvem rituais simbólicos desde os tempos neolíticos. A primeira demonstração da arte de devoção foi encontrada em cavernas do período neolítico, onde havia ilustrações dos rituais de adoração às deusas da fertilidade dos povos primitivos.Dessa forma, as experiências visionárias, rituais de caça e cerimônias de cura sempre estiveram presentes nos símbolos e metáforas de cada cultura. Na Grã-Bretanha as sacerdotisas druidas estavam divididas em três classes. As que viviam em conventos num regime de celibato eram as da classe mais alta. As outras duas classes, que eram das sacerdotisas, podiam se casar e viver nos templos ou com os maridos e família. Com a era do cristianismo, foram denominadas “Bruxas” e perseguidas por muito tempo.Durante a Idade Média toda e qualquer mulher que conseguia poder, passavam gradativamente a ser considerada bruxa. Bruxa em sânscrito significa “mulher sábia”. As bruxas eram denominadas sábias, até a Igreja lhes atribuir o significado secundário de mulheres dominadas por instintos inferiores.Sem mito algum, as bruxas eram apenas mulheres que conheciam e entendiam do emprego de ervas medicinais para cura de enfermidades, e colocavam em prática seus conhecimentos nos vilarejos onde habitavam.Com a chegada do Cristianismo, começando a imperar a era patriarcal, as mulheres foram colocadas em segundo plano e tidas como objetos de pecado utilizados pelo diabo.Muitas mulheres não aceitaram essa identificação e rebelaram-se. Essas, dotadas de poder espiritual, começaram a obter novamente o prestígio que haviam perdido o que passou a incomodar o poder religioso. Assim acusar uma mulher de bruxaria ficou fácil, bastava uma mulher casada perder a hora de acordar, que o marido a acusava de estar sonhando com o demônio.

Salve, Ipiranga, glorioso ninho,
Donde expandindo os vôos altaneiros
No espaço por insólito caminho
O gênio tutelar dos brasileiros
De cativeiro atroz, rude e mesquinho
Quebrou sem custo os elos derradeiros.
Salve, Ipiranga!... hoje a posteridade
Já te sagrou - Altar da Liberdade!
Salve, imortal colina sacrossanta!
Três vezes salve, encosta vicejante,
Tu, que ouviste da válida garganta
Irromper o bramido do gigante,
Que contra seus tiranos se levanta!...
Em ti ergueu-se eterna e rutilante
Da Independência a aurora prazenteira
A se expandir na terra brasileira.
Erga-se em ti soberbo monumento,
Em que se exalce - nacional Paládio -
Da liberdade o vulto em bronzeo assento,
Não empunhando sanguinoso gládio,
Mas sim co'a palma, o símbolo incruento,
Nos apontando o glorioso estádio,
Onde ela veio ao tropical gigante
Abrir as sendas de porvir brilhante.
Desse tranqüilo berço a liberdade
Surgiu sorrindo à pátria brasileira;
Do vasto solo em toda a imensidade
Se propagou a nova lisonjeira,
Com luz de celeste claridade,
Que num momento invade a terra inteira,
E quase por encanto um novo império
Se ergue de Colombo no hemisfério.
Sim, foi ali, nos visos de um outeiro,
A cuja falda plácido desliza
Lambendo a areia plácido ribeiro,
Por onde brinca sussurando a brisa
A farfalhar nos leques do coqueiro,
Em campo, que de flores se matiza
À luz de um sol, que purpureia os montes
Inundando serenos horizontes;
Foi lá no seio de um recesso ameno,
Em face da festiva natureza,
E não da guerra ao carancudo aceno,
Ao troar dos canhões em luta acesa,
Que um herói com altivo olhar sereno
Afrontando dos fados a incerteza,
Aos ecos do Brasil de sul a norte
Soltou o brado - Independência ou morte!
E o eco entre clamores de alegria
Vai retumbando do Oiapoque ao Prata,
Des dos topes da erguida serrania
Té às profundas solidões da mata;
E como por si mesa, em um só dia
Da escravidão a algema se desata,
E sem luta, sem dor, sem comoção
Quebra-se um jugo, e surge uma nação.
Ouro Preto, setembro de 1882.

A maior parte da volumosa literatura dedicada ao Transtorno de Personalidade Anti-Social, é dedicada aos psicopatas do sexo masculino. Há muito pouco a dizer sobre as mulheres.Em geral, a psicopatia caracteriza-se por insensibilidade absoluta, crueldade, impulsividade, emoções superficiais e ausência de remorso para os atos cruéis. Falta ao psicopata, empatia para com as pessoas à sua volta. Os psicopatas são manipuladores e em geral, por causa da impulsividade, tendem a envolver-se em atividades criminosas. A impulsividade é um traço preponderante e até mesmo definidor da psicopatia. Psicopatas não aprendem com as punições e nem com a experiência e, por essa razão, são encontrados mais facilmente entre os marginais aprisionados. Eles acreditam ter uma certa imunidade natural para os limites da vida. Mas a grande maioria dos psicopatas não está atrás das grades e sim, vivendo de forma comum, sem nunca terem passado por uma delegacia. Eles casam-se e tem filhos que serão pessoas problemáticas porque nós sabemos hoje, que o ambiente tem um poder enorme sobre o desenvolvimento e rumos do psiquismo.

Descrita pela primeira vez em 1941 pelo psiquiatra americano Hervey M. Cleckley, do Medical College da Geórgia, a psicopatia consiste num conjunto de comportamentos e traços de personalidade específicos. Encantadoras à primeira vista, essas pessoas geralmente causam boa impressão e são tidas como “normais” pelos que as conhecem superficialmente.No entanto, costumam ser egocêntricas, desonestas e indignas de confiança.Com freqüência adotam comportamentos irresponsáveis sem razão aparente, exceto pelo fato de se divertirem com o sofrimento alheio.Os psicopatas não sentem culpa.Nos relacionamentos amorosos são insensíveis e detestam compromisso.Sempre têm desculpas para seus descuidos, em geral culpando outras pessoas.Raramente aprendem com seus erros ou conseguem frear impulsos.Não é de surpreender, portanto, que haja um grande número de psicopatas nas prisões.Estudos indicam que cerca de 25% dos prisioneiros americanos se enquadram nos critérios diagnósticos para psicopatia.No entanto, as pesquisas sugerem também que uma quantidade considerável dessas pessoas está livre. Alguns pesquisadores acreditam que muitos sejam bem-sucedidos profissionalmente e ocupem posições de destaque na política, nos negócios ou nas artes.Especialistas garantem que a maioria dos psicopatas é homem, mas os motivos para esta desproporção entre os sexos são desconhecidos. A freqüência na população é aparentemente a mesma no Ocidente e no Oriente, inclusive em culturas menos expostas às mídias modernas.Em um estudo de 1976 a antropóloga americana Jane M. Murphy, na época na Universidade Harvard,analisou um grupo indígena,conhecido como inuíte, que vive no norte do Canadá, próximo ao estreito de Bering.Falantes do yupik, eles usam o termo kunlangeta para descrever “um homem que mente de forma contumaz,trapaceia e rouba coisas e se aproveita sexualmente de muitas mulheres; alguém que não se presta a reprimendas e é sempre trazido aos anciãos para ser punido”.Quando Murphy perguntou a um inuit o que o grupo normalmente faria com um kunlangeta, ele respondeu: “Alguém o empurraria para a morte quando ninguém estivesse olhando”.O instrumento mais usado entre os especialistas para diagnosticar a psicopatia é o teste Psychopathy checklist-revised (PCL-R), desenvolvido pelo psicólogo canadense Robert D. Hare, da Universidade da Colúmbia Britânica.O método inclui uma entrevista padronizada com os pacientes e o levantamento do seu histórico pessoal,inclusive dos antecedentes criminais. O PCL-R revela três grandes grupos de características que geralmente aparecem sobrepostas, mas podem ser analisadas separadamente: deficiências de caráter (como sentimento de superioridade e megalomania),ausência de culpa ou empatia e comportamentos impulsivos ou criminosos (incluindo promiscuidade sexual e prática de furtos).

Criada pelo Dr. Michael Stone, psiquiatra-forense da Universidade de Columbia “O Índice de Maldade” é uma escala com 22 níveis, criada para medir os atos mais sinistros do comportamento humano. De homicídas impulsivos a assassinos em série, ela os classifica de acordo com seus níveis de crueldade, tortura, brutalidade. Quanto mais hediondo o crime, maior o índice de maldade.A seguir:
Assassinos que mentem.
Mulheres que matam.
Casais Assassinos.
À Espreita.
Mentes Delirantes.
O Que Faz Uma Pessoa se Tornar Assassina?
Canibais e Vampiros
A Sangue Frio.
Estou inaugurando este meu cantinho que será dedicado
a temas referentes ao poema abaixo.
Sejam bem vindos, e na sala de presentes encontra-se um mimo
de inauguração,que ofereço com carinho.

O Medo Em verdade temos medo. Nascemos no escuro. As existências são poucas; Carteiro, ditador, soldado. Nosso destino, incompleto. E fomos educados para o medo. Cheiramos flores de medo. Vestimos panos de medo. De medo, vermelhos rios Vadeamos. Somos apenas uns homens e a natureza traiu-nos. Há as árvores, as fábricas, Doenças galopantes, fomes. Refugiamo-nos no amor, Este célebre sentimento, E o amor faltou: chovia, Ventava, fazia frio em São Paulo. Fazia frio em São Paulo... Nevava. O medo, com sua capa, Nos dissimula e nos berça. Fiquei com medo de ti, Meu companheiro moreno. De nos, de vós, e de tudo. Estou com medo da honra. Assim nos criam burgueses. Nosso caminho: traçado. Por que morrer em conjunto? E se todos nós vivêssemos? Vem, harmonia do medo, Vem ó terror das estradas, Susto na noite, receio De águas poluídas. Muletas Do homem só. Ajudai-nos, lentos poderes do Láudano. Até a canção medrosa se parte, Se transe e cala-se. Faremos casas de medo, Duros tijolos de medo, Medrosos caules, repuxos, Ruas só de medo, e calma. E com asas de prudência Com resplendores covardes, Atingiremos o cimo De nossa cauta subida. O medo com sua física, Tanto produz: carcereiros, Edifícios, escritores, Este poema, Outras vidas. Tenhamos o maior pavor. Os mais velhos compreendem. O medo cristalizou-os. Estátuas sábias, adeus. Adeus: vamos para a frente, Recuando de olhos acesos. Nossos filhos tão felizes... Fiéis herdeiros do medo, Eles povoam a cidade. Depois da cidade, o mundo. Depois do mundo, as estrelas dançando o baile do medo. Carlos Drummond de Andrade